sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Nota

O produtor dos best-sellers "O Mundo de Toonu" e "15 minutos para Jonh"
pede para informar que nesta semana não haverá capitulos publicados, por dois motivos:
O ator que estava gravando os filmes morreu esturdias vitima de overdose de remedios em Nova York,
Segundo porque o autor G.M saiu em viagem para coletar dados para sua nova obra.

Agradecemos a sua comprrensão e preferência.

Atenciosamente, Corporações Martins LTDA.

Hoje é 08 de fevereiro...

Dia de seguir os 10 mandamentos de Maquiavel...
1 - Zelais apenas pelos vossos interesses;

2 - Não honreis a mais ninguém além de vós;

3 - Fazei o mal, mas fingi fazer o bem;

4 - Cobiçai e procurai fazer tudo o que puderdes;

5 - Sede miseráveis;

6 - Sede brutais;

7 - Lograi o próximo toda vez que puderdes;

8 - Matai os vossos inimigos;

9 - Usai a força em vez da bondade ao tratardes com o próximo;

10 - Pensai exclusivamente na guerra.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Judy Garland - Somewhere Over The Rainbow

SOMEWHERE OVER THE RAINBOW

Somewhere over the rainbow
Way up high
There's a land that I heard of once in a lullaby

Somewhere over the rainbow
Skies are blue
And the dreams that you dare to dream really do come true

Someday I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far behind me
Where troubles melt like lemon drops
A way above the chimney tops
That's where you'll find me

Somewhere over the rainbow
Blue birds fly
Birds fly over the rainbow
Why then oh why can't I?

If happy little blue birds fly beyond the rainbow
Why oh why can't I?

Imagem do Dia

Darth Vader Desempregado

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Downloadando Lost

A pedido de minha brotha mocoronga.
Step by step:

1. Antes de mais nada: você tem em seu pc um programinha do tipo Shareaza? De preferência o próprio? Porque eu uso ele.
- Em caso positivo: Parabéns!!! (Depois até dô um beijinho de recompensa, porque estrelinha dourada é sooooo last week)
- Em caso negativo: Baixe-o.
2. Acesse www.torrentz.com.
3. No campo de busca digite nome da série + s nº correspondente a temporada + e nº correspondente ao episódio. Como no exemplo:

4. Enter.

5. Clique nesses links azuis. Aconselho abrir em uma nova página, porque se esse arquivo não for bom é só abrir outro.

6. Abrirá uma página como essa:

Eu sempre uso o mininova, que normalmente é o primeiro link. Uma vez usei outro porque não havia no mininova e advinha? Era um vírus.
7. Clique no link. Mas antes observe a quanto tempo foi postado, porque se foi postado antes mesmo da série passar lá nos States, com certeza é vírus pra bobo pegar. Não precisa pedir pra abrir em outra página como anteriormente, isso acontecerá automaticamente.
8. Abrirá uma página como essa:

Clique aí.
É! Isso mesmo, nesse destacado de vermelho.
Não! Não acabou.
"Nobody said it was easy"

9. Se você tem mesmo o Shareaza vai abrir essa janelinha:
Clique no baixar agora.

10. Vai aparecer a janelinha:
Clique em esconder.



Aí vai ficar baixando. Pode desligar o pc ou sua internet pode cair que você não perde o que já baixou.

OBS.: Existem métodos mais simples, mas não os domino e maioria deles não pode acontecer o que citei acima, senão você perde tudo.



Mas você ainda precisa de uma legenda?
Acesse www.legendas.tv. E procure sua legenda escrevendo do mesmo jeito que você escreveu no site torrrentz e baixe-a. Essa parte é muito simples.



Como usar a legenda no vídeo?
Quando os dois estiverem baixados, extraia o contéudo da legenda. No seu "Player" (não sei qual o termo certo) vá em abrir legendas e pocure pelo arquivo que você extraiu.
Pelo menos é assim quando se usa o BSPlayer (Recomendo-o).


Espero ter ajudado. Qualquer dúvida perguntem nos comentários.

E bom Lost pra você, dude.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Cazuza - Vai à Luta / Ritual (1987)

*Recomendação: Veja até o final.

VAI À LUTA
(Composição: Cazuza / Rogério Meanda)

Eu li teu nome num cartaz
Com letras de néon e tudo
Ano passado diriam
Que eu tava maluco

O pessoal gosta de escrachar
De ver a gente por baixo
Pra depois aconselhar
Dizer o que é certo e errado

Eu te avisei: "Vai à luta
Marca teu ponto na justa"
Eu te avisei: "Vai à luta
Marca teu ponto na justa
O resto deixa pra lá
Deixa pra lá
Deixa pra lá"

Você ouviu, mas fingiu
Que não tinha ouvido nada
Armou de boca calada
E agora se deu bem

Passa toda deslumbrada
Sem um tostão pra me emprestar
Com um cordão de puxa-sacos
Pra te paparicar

Eu te avisei: "Vai à luta
Marca teu ponto na justa"
Eu te avisei: "Vai à luta
Marca teu ponto na justa
O resto deixa pra lá
Deixa pra lá
Deixa pra lá"

Te avisei: "Vai à luta"
Porque "os fãs de hoje
São os linchadores de amanhã"
_______________________________

RITUAL
(Composição: Cazuza)

Pra que sonhar
A vida é tão desconhecida e mágica
Que dorme às vezes do teu lado
Calada
Calada

Pra que buscar o paraíso
Se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
E fuxica
Fuxica

Tantas histórias de um grande amor perdido
Terras perdidas, precipícios
Faz sacrifícios, imola mil virgens
Uma por uma, milhares de dias

Ao mesmo Deus que ensina a prazo
Ao mais esperto e ao mais otário
Que o amor na prática é sempre ao contrário
Que o amor na prática é sempre ao contrário

Ah, pra que chorar
A vida é bela e cruel, despida
Tão desprevenida e exata
Que um dia acaba

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Mais um rosto esquecido

"Mãos de pai; ele tem mãos de pai", pensou. Sempre se pegava assim, perdida em pensamentos, vagando pelo instante anterior. Agora tentava explicar, à sua parte consciente, a condição de João.
Um homem de uns trinta e cinco anos, olhar amoroso e contido, guardado por um brilho quase azul, de tão verde. Por que estava ali sozinho?
Todas as manhãs, João, o sindico do prédio, levava para ela um pouco de café e, tomado por um bom humor estouvado, inventava assuntos. Era uma criança. Uma criança com mãos grandes, calejadas por trabalhar incessantemente. Mãos de pai. Por fim, sorria de forma desajeitada e a cumprimentava. Tentava inovar nos cumprimentos, e tal tarefa parecia exigir esforço.
O sabor do café preparado por João era único. O equilíbrio entre o pó e o açúcar... o aroma que exalava. Mesmo os mais cuidadosos afirmavam, sem hesitar, que tomando aquele café, poderia-se chegar a qualquer ponto do inconsciente; A qualquer lembrança de infância ou ocorrência de uma semana já passada.
Onde estaria o problema? Nas "mãos de pai", dignas da preparação de um café quase mágico? Certamente não.
Por mais que pensasse a respeito, explicações lógicas pareciam inviáveis.


***


Um mês depois, mudou-se para a casa do pai. O raciocínio tão oposto ao da mãe a desagradava e tornava a convivência insuportável. Em alguns momentos, observando a própria mente, acabava se distraindo e cantava, sem mais nem porque. O desabafo saía com versos alheios, canções decoradas.
O som alto, velho conhecido dos vizinhos, hora ou outra tocava:


"Ensaiou o que diria se um dia fosse "artista
homenageada no Faustão"
Enxugaria as lágrimas, abraçaria amigos
e a mãe teria o seu perdão"


Adorava a chuva. Conhecia bem as duas estações pouco elegantes de sua cidade e quando se dava conta do período chuvoso, tratava de providenciar uma caminhada reflexiva. Ao som da água caindo, lavava a própria alma através de um sofrimento intenso. Nem ela sabia por que sofria tanto, talvez todos os motivos fossem inventados.
Arriscou fazer aquilo outra vez. Caminhou pela chuva o dia todo e se deparou com uma cena por ela desconhecida: um corpo estirado ao chão próximo a um carro. O carro era azul e amarelo e ela não se lembrava de ter visto antes um carro nesses tons. Tudo mexeu com seus sentimentos, mas não sabia ao certo de que forma.
Agora, sem o café mágico de João e seu olhar amoroso, ficava parada no tempo, sem ter no que pensar. O vazio absoluto acompanhava cada passo. Lembrou-se por um segundo que não cultivava amigos e o fazia por se considerar inadeqüada para todo tipo de situação.


***


Com o decorrer de sua caminhada, percebeu que ninguém a notava. Se achava mesmo desinteressante, mas sentia falta de olhares. A carência a consumia e acentuava o vazio que, estranhamente, a movia.
Naquele dia, viu a lua e as estrelas. Viu o futuro e o passado. Toda história já consumada e todos os destinos traçados.
Voltou à casa de seu pai.
Enquanto enxergava sua natureza morta, olhar mórbido e indiferente à televisão, percebeu a notícia anunciada.
O acidente do dia anterior. Era sua foto no jornal. Quando teve consciência disso, expressou um discreto sorriso e desapareceu no ar.
Um dia depois todas as recordações que tinham dela se apagaram. Aparentemente ela nunca havia existido. Talvez fosse mero fruto imaginário.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

15 minutos para Jonh



I - 00h 00min 00s 10mls



Alguns milésimos antes:


"Dizem que quando estamos a beira da morte a nossa mente faz uma retrospectiva de tudo que fomos, fizemos ou não. Dizem que a nossa vida se passa em 15 minutos ante de nosso último suspiro.

Meu tempo começou a passar..."


()()()


Dia 29 de Outubro, foi esse o dia que pela primeira vez eu abri meus olhos, do dia que pela primeira vez Jonh E. Wood abriu os olhos para um mundo que o esperava.


Engraçado que quando nascemos parece que nem somos nós mesmos, nem sequer lembramos de nós ou do que estava a nossa volta.São os outros que nos fazem lembrar quem éramos. Acho que ao nascermos somos apenas uma bola fofa que chora e dá risada, mas que incrivelmente tem o dom de fazer as pessoas nos amarem. Soms nada e tudo ao mesmo tempo.


Desse meu momento as únicas coisas que posso ver agora são o abraço de uma mulher e o rosto de homem que chora ao seu lado.Parecem estar felizes com minha presença.Eles são Lindy E. Stall e Kalf Balbo Wood, e pelo que me parece são meus pais.

A história dos meus pais ainda não me veio á tona. Acho que vou ter de esperar o tempo correr um pouco, com meus dez minutos de vida ainda num dá para saber muita coisa.


Sornborn Town,Rua Longesat, quadra 29 casa número 53. Acho que será aqui onde vou passar 23 anos de minha vida. Uma casa típica das pequenas cidades, um jardim gramdo com flores azuldas.Uma árvore enorme onde certamente construirão minha "casa-na-árvore". Era uma casa branca, de madeira a lascas. Havia um sotão.

Há uma garotinha loira na porta, junto de uma velha e uma mulher de vestido babadinho com bolinhas pretas, ela parece um pouco ridicúla. Aquela loirinha era Windbell E. Wood:


--- Vovó, gritou a menininha puxando o vestido da velha, aquele é meu irmãozinho?!!!

--- Sim Bell! Sim! É o pequeno Jonh!!!


Acho que agora descobri quem era a loirinha. Era minha irmã mais velha.Bell. A doce e azeda Bell. Quanto a velha, essa logo me pegara no colo e me dera um sorriso tão gostoso do qual jamais me esqueci. Sentia-me seguro com o abraço daquela velhinha...Ayma R. Fistom, a minha avó. Gostaria que ela estivesse aqui comigo agora.Gostaria que ela pudesse me dar outro sorriso daquele...

A mulher de vestido com bolinhas preta era Bila, uma muda que minha avó criara desde os sete anos de idade.


Num instante, não sei porque, comecei a chorar.Derrepente apareceu um peito enorme na minha frente, que logo me puseram á boca. Nem tive tempo de fazer nada! Meu Deus, pensei comigo, querem me sufocar! No entanto, automaticamente comecei a mamar. Nossa... e como era gostoso aquilo...quentinho. Acho que começei a dormir. Ouvia-se muitos " Que lindinho! Oh que gracinha!", acho que falavam de mim. A última cena que vi foi uns cavalinhos que ficavam voando em circúlos em cima de mim. Será que eles não cansam?....Resolvi dormir por eles.

Acho que estou crescendo...

CONTINUA...
"Aqui não há Lei. Não há nada. Só há nós. Nós somos a Lei."